Saiba como a escola pode contribuir para a qualidade de vida infantil das novas gerações 

Quando falamos do papel da escola para o desenvolvimento de um indivíduo, também nos referimos à qualidade de vida infantil. Além de oferecer formação integral às novas gerações, o processo de aprendizagem escolar deve promover a saúde e o bem-estar das crianças. 

Precisamos entender que esse tipo de formação ultrapassa a grade curricular exigida nas disciplinas. Mas para chegar até este benefício, é necessário saber a real importância de garantir a qualidade de vida infantil no processo educacional. 

Vem aprender com a gente! 

O que significa qualidade de vida infantil? 

Num contexto geral, a qualidade de vida está diretamente relacionada ao bem-estar físico, psicológico, emocional, social e espiritual das pessoas através de condições favoráveis em vários aspectos da vida. 

Desde pequenos, os estudantes entram em contato com temas ligados à qualidade de vida, como os cuidados básicos com a higiene pessoal e outras tarefas diárias. Sem contar que práticas de lazer, culturais, segurança, ambientais, sociais e educacionais são alguns exemplos disso. 

Imagem: Freepik 

ausência de uma rotina equilibrada composta por demanda escolar, atividades físicas e uma alimentação saudável, pode prejudicar o desenvolvimento integral da criança. 

Sendo assim, a escola e a família devem promover a qualidade de vida infantil por meio de uma abordagem cotidiana e flexível. Neste conteúdo, vamos focar na contribuição que a escola pode fazer para o pleno desenvolvimento de um indivíduo, mais especificamente, na infância. 

Como a escola pode contribuir para a qualidade de vida das crianças? 

A formação de caráter de um aluno é feita em modo 360º, tanto para as competências acadêmicas quanto as habilidades que farão diferença para o projeto de vida de cada um. 

Vimos a importância de garantir a qualidade de vida infantil de modo geral. Agora, vamos conhecer as metodologias que a escola pode aplicar na educação infantil. 

1. Incentivar as relações sociais 

Promover a interação social entre crianças é de extrema importância. Isso porque, os alunos acabam trocando experiências e conhecimentos, por mais simples que possam parecer. 

No ambiente escolar, as habilidades socioemocionais devem ser trabalhadas de modo a apoiar o aluno a lidar com suas emoções e desenvolver o senso do coletivo no convívio com os demais colegas. De forma respeitosa e colaborativa, a socialização constrói aprendizagens significativas no ambiente escolar. 

2. Oferecer uma estrutura completa e multimodal 

Uma moderna estrutura é capaz de integrar diversos recursos para a aprendizagem plena. Os ambientes devem ser organizados de maneira que as crianças possam aprender, brincar e manifestar as mais variadas formas de expressão por meio de atividades. 

As habilidades cognitivas, culturais, afetivas e sociais são desenvolvidas também fora da sala de aula. Com um espaço amplo e bem estruturado, a qualidade de vida infantil se torna ainda mais presente através de áreas de interação ao ar livre, complexo esportivo, atividades tecnológicas e escola de idiomas. 

Além disso, é necessário assegurar um áreas criativas e confortáveis para engajar a interação dos alunos e motivá-los a criar novas ideias. Sair da caixinha mesmo.  

Sem falar na promoção de um excelente atendimento, manutenção periódica dos espaços, alimentação saudável e avisos de segurança pela escola, que contam muito para o bem-estar de todos. 

3. Conectar os alunos com o meio ambiente 

Quando a criança aprende desde cedo, que ela é parte da natureza e não proprietária dela, terá uma relação muito mais sustentável com o meio ambiente.  

Criar atividades que envolvem o contato com a natureza, geram inúmeros benefícios à saúde física, mental e emocional das crianças, de modo que elas entendem a responsabilidade que têm na preservação dos recursos naturais. 

Nessa fase educacional, os alunos já aprendem a entender mais sobre si e sobre o sentido de atenuar as emoções negativas – como estresse, ansiedade – que podem prejudicar a qualidade de vida infantil. 

Naturalmente, as crianças crescem com o senso de cuidado com os ciclos da natureza e com o próximo. 

4. Dar atenção à saúde mental das crianças 

Outro fator importante que faz parte da qualidade infantil é o cuidado com a saúde psíquica e socioemocional da criança. A escola deve se preocupar quando o aluno não rende mais como antes, demonstra desinteresse nas tarefas, apresenta dificuldades em questões orgânicas e falta de vontade de ir à escola.   

Ao perceber essas mudanças bruscas, torna-se extremamente necessário intervir através do diálogo com os pais e o acompanhamento médico para buscar a solução mais adequada para cada cenário. 

5. Reforçar o vínculo entre escola e a família 

Manter a parceria entre a instituição de ensino e as famílias, melhora diretamente a qualidade de vida infantil. A partir do momento que o diálogo é estreito, fica mais fácil acompanhar a evolução do aluno no ambiente escolar. 

Ambas as partes entendem os valores e as regras que são passadas aos pequenos. A participação dos familiares na rotina da escola através de encontros periódicos, eventos e campanhas, abre outros canais de comunicação e consequentemente, fortalece esse vínculo. 

O dia a dia escolar deve assegurar a saúde e qualidade de vida 

A combinação de atividades físicas e uma alimentação saudável beneficia (e muito) a qualidade de vida infantil. Na aula de Educação Física, por exemplo, o aluno aprende a conhecer o seu corpo e suas potencialidades nas atividades esportivas. 

Com isso, ele entende a real necessidade de se alimentar bem e de maneira saudável para ter mais energia e evitar doenças. Mas além desta esfera, a escola pode contribuir com o conjunto de atividades que beneficiam tanto a saúde física quanto mental do indivíduo com: 

  • Educação Nutricional 
  • Mindfulness (Atenção Plena) 
  • Educação Positiva 
  • Construção da cidadania 
  • Valorização das forças de caráter 
  • Excelência acadêmica. 

Optar pela garantia da qualidade de vida infantil é essencial para o desenvolvimento das crianças. Os efeitos impactam no desenvolvimento dos pequenos como indivíduos dentro e fora do ambiente escolar.